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Acesso Vascular para Hemodiálise: FAV em São Paulo

Confecção, revisão e manutenção de fístulas arteriovenosas nativas e próteses vasculares. Planejamento cirúrgico individualizado para preservar o acesso pelo maior tempo possível.

Fístula Arteriovenosa (FAV): Acesso Vascular para Hemodiálise

A fístula arteriovenosa nativa (FAV) é o acesso vascular de primeira escolha para pacientes em hemodiálise crônica, com menor taxa de trombose, infecção e necessidade de reintervenção em comparação com cateteres e próteses. O planejamento e a técnica cirúrgica são determinantes para a maturação e a longevidade da fístula.

Dr. Carlos Gama realiza confecção de FAV nativas em rádio-cefálica, braquio-cefálica e braquio-basílica, além de revisões por estenose, trombose, aneurismas e inadequação de maturação. Também atende casos de acesso vascular com próteses (PTFE) quando veias inadequadas.

  • Confecção de FAV nativa (rádio-cefálica, braquio-cefálica, braquio-basílica)
  • Revisão de FAV por estenose ou trombose
  • Angioplastia endovascular de fístulas disfuncionantes
  • Implante de prótese vascular (PTFE) quando veias inadequadas
  • Correção de aneurismas e pseudoaneurismas de FAV
  • Mapeamento venoso pré-operatório com Doppler
Artéria Veia maturada FAV nativa

Dúvidas sobre Acesso Vascular e FAV

É uma comunicação cirúrgica criada entre uma artéria e uma veia, geralmente no antebraço ou braço. O alto fluxo arterial dilata a veia ao longo de semanas, criando um acesso robusto para as agulhas de hemodiálise. É o acesso preferencial pela maior durabilidade e menor risco de infecção.
Idealmente 3 a 6 meses antes do início previsto da hemodiálise. Isso garante tempo suficiente para a fístula maturar e ser puncionada. A referência ao cirurgião vascular é recomendada quando a taxa de filtração glomerular (TFG) cair abaixo de 20–25 mL/min.
A disfunção da FAV pode ser causada por estenose (estreitamento) ou trombose (coágulo). O Doppler identifica o problema. Estenoses são tratadas por angioplastia endovascular; tromboses recentes podem ser revertidas por trombectomia cirúrgica ou farmacológica. O diagnóstico e tratamento precoces preservam o acesso.
A FAV nativa usa as próprias veias do paciente — tem maior longevidade, menor taxa de infecção e é a opção preferencial. A prótese de PTFE é utilizada quando as veias são inadequadas (calibre pequeno, veias esgotadas). A prótese tem maturação mais rápida, mas maior risco de trombose e infecção a longo prazo.
Sim. Com monitoramento regular (Doppler periódico, vigilância do fluxo durante as sessões de diálise) e intervenções precoces em estenoses subclínicas, é possível manter uma FAV funcionando por décadas. O acompanhamento conjunto entre nefrologia e cirurgia vascular é fundamental.
Dr. Carlos Alexandre Rosa Gama — Cirurgião Vascular SP

Dr. Carlos Alexandre Rosa Gama

Cirurgião Vascular e Endovascular · Atendimento particular

CRM-SP 136.878 · RQE 49.837 · Vila Mariana, São Paulo

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