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Estenose Carotídea em São Paulo: Prevenção Cirúrgica do AVC

Endarterectomia carotídea (CEA) e angioplastia com stent (CAS) para redução do risco de AVC. Indicação precisa baseada no grau de estenose, sintomas e anatomia individual.

Estenose Carotídea: Prevenção Cirúrgica do AVC

A estenose carotídea é o estreitamento das artérias carótidas por placas de aterosclerose. É uma das principais causas de AVC isquêmico, responsável por 10–15% dos casos. O tratamento cirúrgico — endarterectomia ou angioplastia com stent — remove ou bypassa a obstrução antes que ocorra o evento vascular.

Dr. Carlos Gama realiza endarterectomia carotídea (CEA) e angioplastia carotídea com stent (CAS), com seleção criteriosa da técnica conforme anatomia, grau de estenose e risco cirúrgico individual.

  • CEA — Endarterectomia carotídea (padrão-ouro para estenose sintomática ≥50%)
  • CAS — Angioplastia com stent carotídeo (indicado em casos de alto risco cirúrgico)
  • Avaliação com Doppler carotídeo e angiotomografia
  • Monitoramento intraoperatório com EEG e Doppler transcraniano
  • Indicado em estenose ≥70% assintomática ou ≥50% sintomática
CEA

Dúvidas sobre Estenose Carotídea

É o estreitamento das artérias carótidas por acúmulo de placa aterosclerótica. Graus superiores a 50–70% aumentam significativamente o risco de AVC isquêmico e AIT (ataque isquêmico transitório).
Fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo ou rosto, dificuldade de falar, visão turva ou perda visual transitória em um olho (amaurose fugaz) e tontura intensa. Esses sintomas podem indicar AIT e exigem avaliação urgente.
A endarterectomia (CEA) é o padrão-ouro para a maioria dos casos, com evidência superior ao stent em pacientes de baixo risco cirúrgico. O stent carotídeo (CAS) é preferido em pacientes com anatomia desfavorável, reestenose pós-CEA ou alto risco para cirurgia convencional. A decisão é individualizada.
Sob anestesia geral ou locoregional, realiza-se uma incisão no pescoço, expõe-se a carótida, clampeia-se temporariamente e remove-se a placa aterosclerótica. A artéria é fechada com patch de veia ou material sintético. A internação habitual é de 1 a 2 dias.
Pacientes com fatores de risco cardiovascular (hipertensão, diabetes, tabagismo, dislipidemia), sopro carotídeo ao exame clínico, histórico de AVC ou AIT, ou doença arterial periférica. O rastreamento é feito com Doppler de carótidas.
Dr. Carlos Alexandre Rosa Gama — Cirurgião Vascular SP

Dr. Carlos Alexandre Rosa Gama

Cirurgião Vascular e Endovascular · Atendimento particular

CRM-SP 136.878 · RQE 49.837 · Vila Mariana, São Paulo

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