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DAOP e Isquemia Crítica de Membro em São Paulo

Revascularização endovascular e cirúrgica para tratamento de claudicação intermitente, dor em repouso e úlceras isquêmicas. Objetivo: preservar o membro e a qualidade de vida.

DAOP e Isquemia Crítica: Revascularização para Salvar Membros

A DAOP (Doença Arterial Obstrutiva Periférica) afeta as artérias dos membros inferiores, causando claudicação intermitente — dor nas pernas ao caminhar — e, nos estágios avançados, dor em repouso, úlceras e gangrena (CLTI). O diagnóstico precoce e a revascularização oportuna são determinantes para preservar o membro.

Dr. Carlos Gama realiza revascularização endovascular (angioplastia, stent, aterectomia) e cirúrgica (bypass), com decisão individualizada baseada na anatomia da doença, comorbidades e índice tornozelo-braquial (ITB).

  • Angioplastia e stent de artérias ilíacas, femorais e tibiais
  • Bypass aortobifemoral, femoropoplíteo e distal
  • Endarterectomia de artéria femoral comum (CEA femoral)
  • Tratamento de ISR (reestenose intra-stent)
  • Cuidados com úlceras isquêmicas e feridas em CLTI
Angioplastia

Dúvidas sobre DAOP e Isquemia Crítica

DAOP (Doença Arterial Obstrutiva Periférica) é o estreitamento das artérias dos membros inferiores causado por aterosclerose. O sintoma clássico é claudicação intermitente — dor ou cãibra nas pernas que surge ao caminhar e melhora com repouso.
Quando a redução do fluxo arterial causa dor em repouso, úlceras que não cicatrizam ou gangrena. Esse estágio é chamado CLTI (Chronic Limb-Threatening Ischemia) e representa risco real de amputação. A intervenção deve ser precoce.
A angioplastia dilata a artéria obstruída de dentro para fora, com ou sem stent, por cateter. O bypass cria um caminho alternativo ao redor da obstrução com veia ou prótese. A escolha depende da extensão e localização da doença e das condições clínicas do paciente.
O diagnóstico começa com o exame clínico e o Índice Tornozelo-Braquial (ITB). ITB abaixo de 0,9 é sugestivo de DAOP. A confirmação e o mapeamento da doença são feitos com Doppler arterial e angiotomografia.
Sim. A reestenose intra-stent (ISR) ocorre quando o tecido cicatricial reestreia o stent previamente implantado. As opções incluem angioplastia com balão medicado (DCB), aterectomia e, em casos selecionados, bypass. Dr. Carlos trata ISR com experiência em dispositivos endovasculares de alta complexidade.
Dr. Carlos Alexandre Rosa Gama — Cirurgião Vascular SP

Dr. Carlos Alexandre Rosa Gama

Cirurgião Vascular e Endovascular · Atendimento particular

CRM-SP 136.878 · RQE 49.837 · Vila Mariana, São Paulo

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